Olga: Aquela viagem à França mudou completamente a minha visão sobre o corpo. Eu e os meus pais caminhávamos pela costa quando, sem repararmos nas placas, entrámos direitinho numa praia de nudismo. O meu pai entrou em pânico, tentando desajeitadamente tapar-me a vista, enquanto a minha mãe sibilava: "Olga, não olhes, que vergonha!". Mas, sinceramente, eu fiquei foi sem palavras.
Aquela viagem à França mudou completamente a minha visão sobre o corpo. Eu e os meus pais caminhávamos pela costa quando, sem repararmos nas placas, entrámos direitinho numa praia de nudismo. O meu pai entrou em pânico, tentando desajeitadamente tapar-me a vista, enquanto a minha mãe sibilava: "Olga, não olhes, que vergonha!". Mas, sinceramente, eu fiquei foi sem palavras.
Sempre me considerei magra e em forma, mas foi só ali que percebi verdadeiramente o que isso significa — a naturalidade absoluta. As pessoas simplesmente viviam: apanhavam sol, liam, conversavam. Não havia nada de sujo na sua nudez, apenas uma incrível sensação de liberdade. Eu olhava de olhos arregalados, e aquela imagem ficou-me gravada na memória como símbolo de algo que me fazia desesperadamente falta.
Depois de regressar a casa, ao Canadá, percebi que queria experimentar. Convenci a minha amiga Chloe a alinhar — ela é muito alta e esguia. Encontrámos um sítio completamente isolado num rio da região, coberto de salgueiros, onde parecia que ninguém nos iria encontrar.
Quando nos despimos, as sensações foram intensas. Primeiro, um arrepio na pele e um momento de leve pânico, mas depois veio uma onda de puro deleite. Estar completamente nua ao ar livre é quase um prazer físico, com um toque próprio de sensualidade. Sentimo-nos vulneráveis, mas ao mesmo tempo incrivelmente vivas e sedutoras.
Contudo, a nossa privacidade não durou muito. Cerca de trinta minutos depois, um pescador local chamado Mark apareceu, contornando a curva no seu barco.
Claro que, por instinto, tentámos tapar-nos, mas ele agiu com tanta naturalidade, como se encontrar duas raparigas nuas no meio dos arbustos fosse apenas parte do seu dia de pesca. Começou a brincar, tentou apresentar-se e até tirou uma bola insuflável: "Meninas, que tal um voleibol?". Eu e a Chloe desatámos a rir. A sugestão foi tão ridícula que o medo evaporou-se por completo. Conversámos com ele durante uns dez minutos; eu sentia o olhar dele a percorrer o meu corpo e, tenho de admitir, foi bastante lisonjeiro. Demos-lhe números de telefone falsos só para terminar a conversa educadamente, e ele lá se foi embora a remar.
Aquele dia confirmou as minhas suspeitas: adoro isto. Não posso dizer que já sou uma nudista convicta, mas aquela sensação do sol em cada centímetro da pele é viciante. Agora tenho a certeza de que a próxima paragem é uma verdadeira praia de nudismo, onde não terei de me esconder entre os salgueiros de barcos que passam. Essa porta abriu-se e não tenho a mínima intenção de a fechar.
Sempre me considerei magra e em forma, mas foi só ali que percebi verdadeiramente o que isso significa — a naturalidade absoluta. As pessoas simplesmente viviam: apanhavam sol, liam, conversavam. Não havia nada de sujo na sua nudez, apenas uma incrível sensação de liberdade. Eu olhava de olhos arregalados, e aquela imagem ficou-me gravada na memória como símbolo de algo que me fazia desesperadamente falta.
Depois de regressar a casa, ao Canadá, percebi que queria experimentar. Convenci a minha amiga Chloe a alinhar — ela é muito alta e esguia. Encontrámos um sítio completamente isolado num rio da região, coberto de salgueiros, onde parecia que ninguém nos iria encontrar.
Quando nos despimos, as sensações foram intensas. Primeiro, um arrepio na pele e um momento de leve pânico, mas depois veio uma onda de puro deleite. Estar completamente nua ao ar livre é quase um prazer físico, com um toque próprio de sensualidade. Sentimo-nos vulneráveis, mas ao mesmo tempo incrivelmente vivas e sedutoras.
Contudo, a nossa privacidade não durou muito. Cerca de trinta minutos depois, um pescador local chamado Mark apareceu, contornando a curva no seu barco.
Claro que, por instinto, tentámos tapar-nos, mas ele agiu com tanta naturalidade, como se encontrar duas raparigas nuas no meio dos arbustos fosse apenas parte do seu dia de pesca. Começou a brincar, tentou apresentar-se e até tirou uma bola insuflável: "Meninas, que tal um voleibol?". Eu e a Chloe desatámos a rir. A sugestão foi tão ridícula que o medo evaporou-se por completo. Conversámos com ele durante uns dez minutos; eu sentia o olhar dele a percorrer o meu corpo e, tenho de admitir, foi bastante lisonjeiro. Demos-lhe números de telefone falsos só para terminar a conversa educadamente, e ele lá se foi embora a remar.
Aquele dia confirmou as minhas suspeitas: adoro isto. Não posso dizer que já sou uma nudista convicta, mas aquela sensação do sol em cada centímetro da pele é viciante. Agora tenho a certeza de que a próxima paragem é uma verdadeira praia de nudismo, onde não terei de me esconder entre os salgueiros de barcos que passam. Essa porta abriu-se e não tenho a mínima intenção de a fechar.
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You can feel much more real emotion than glossy pictures.
Nudism really helps you feel freer.