Aos 22, passei de super tímida a completamente nua com os meus amigos…
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Britney: A primeira vez de uma jovem tímida a ficar totalmente nua entre amigos — de um nervoso jogo de pedra-papel-tesoura a despir até à liberdade total. Aos 24, eu era a ruiva tímida e cheia de complexos do grupo. O que começou como um mergulho inocente num lago com amigos da faculdade acabou num inesperado jogo de pedra-papel-tesoura que deixou os cinco completamente nus.
Ok, acho que este é o meu primeiro post por aqui, e como o tema é sobre "primeiras vezes" e coisas do género, aqui vai. Olá, sou a Ashley, e a minha primeira experiência a sério a estar completamente nua junto de outras pessoas aconteceu há dois anos, quando eu tinha 22.
Eu e quatro amigos da faculdade fomos de carro até um laguinho pequeno na quinta da avó de um deles. Era pleno verão, um calor de rachar, e só queríamos refrescar-nos. Nós, as três raparigas, tínhamos os fatos de banho por baixo dos calções e das t-shirts, nada de especial planeado. Os rapazes estavam de calções de ganga cortados e t-shirts, achando que iam nadar assim mesmo.
Chegámos lá e estava perfeito — silêncio absoluto, ninguém à vista, como se fosse um cantinho só nosso. Depois de andarmos a saltar na água durante um bocado, um dos rapazes começa a brincar que gostava de ter trazido baralho de cartas para jogar strip poker. Aí uma das raparigas diz: "Cartas para quê? Podemos jogar pedra-papel-tesoura. Quem perde tira uma peça, e quem ganha escolhe o próximo a jogar."
Ficaram a discutir a ideia, cada vez mais entusiasmados, e de repente parecia que ia mesmo acontecer. Eu fiquei bastante caladinha o tempo todo. Sempre fui a tímida do grupo, e, sinceramente, tinha uma grande vergonha do meu corpo. Tipo, sempre detestei os balneários da ginástica, porque só de estar ao pé de outras raparigas já me sentia esquisita.
Enfim, escolheram um rapaz e uma rapariga (graças a Deus não fui eu a começar) para arrancar. Fomos jogando ronda após ronda até alguém ficar sem nada. Calculei que não ia demorar uma eternidade — as raparigas de biquíni, os rapazes basicamente com uma ou duas peças. (Nem sabia se tinham roupa interior por baixo dos calções.)
Na primeira ronda, o rapaz perde e tira os calções... mas surpresa, ainda tinha uns boxers por baixo. A rapariga desafia-o outra vez, mas ele ganha essa, e ela teve de tirar o top. As peças foram caindo, e íamos atirando tudo para uma pedra grande e chata mesmo à beira, para não afundar nem se perder.
Foi meio hilariante porque estávamos todos com água pelo peito. Os rapazes conseguiam disfarçar quando finalmente ficaram completamente nus, e nós, as raparigas, agachávamo-nos um bocadinho para a água cobrir tudo quando os tops saíam. Jogámos até estarmos literalmente todos nus.
Lembro-me daquela mistura estranha de nervoso e entusiasmado — tipo, todo animada, sabes? Mas assim que aconteceu, estar ao ar livre sem nada em cima até se sentia... mesmo bem. O banho transformou-se numa brincadeira toda molhada e, ao fim de um bocado, já ninguém se ralava em esconder-se debaixo de água.
Quando chegou a hora de sair, subimos os cinco àquela pedra, completamente ao natural, a apanhar as coisas. Ninguém a preocupar-se em tapar-se com as mãos nem nada. Aí caiu-me a ficha do quão estranho aquilo era — senti-me bem menos envergonhada ali nua com dois rapazes e outras duas raparigas do que alguma vez me senti naqueles balneários secundários só com raparigas.
Isso foi aos 22, e não tive outra oportunidade de fazer algo assim durante um tempo. Só voltou a acontecer depois de terminar a faculdade. No ano passado, nas férias da primavera, fomos nove até St. Martin e passámos cinco dias em Orient Beach. Meu, foi um nível de diversão totalmente novo.
No fim de contas, percebi que esta ruiva alta, pálida e magrinha não fica pior nua do que espremida dentro de um fato de banho. Então... para quê incomodar-me com um?
Espero que este post esteja ok e que não esteja a quebrar nenhuma regra nem a soar estranha. Obrigada por lerem!
Eu e quatro amigos da faculdade fomos de carro até um laguinho pequeno na quinta da avó de um deles. Era pleno verão, um calor de rachar, e só queríamos refrescar-nos. Nós, as três raparigas, tínhamos os fatos de banho por baixo dos calções e das t-shirts, nada de especial planeado. Os rapazes estavam de calções de ganga cortados e t-shirts, achando que iam nadar assim mesmo.
Chegámos lá e estava perfeito — silêncio absoluto, ninguém à vista, como se fosse um cantinho só nosso. Depois de andarmos a saltar na água durante um bocado, um dos rapazes começa a brincar que gostava de ter trazido baralho de cartas para jogar strip poker. Aí uma das raparigas diz: "Cartas para quê? Podemos jogar pedra-papel-tesoura. Quem perde tira uma peça, e quem ganha escolhe o próximo a jogar."
Ficaram a discutir a ideia, cada vez mais entusiasmados, e de repente parecia que ia mesmo acontecer. Eu fiquei bastante caladinha o tempo todo. Sempre fui a tímida do grupo, e, sinceramente, tinha uma grande vergonha do meu corpo. Tipo, sempre detestei os balneários da ginástica, porque só de estar ao pé de outras raparigas já me sentia esquisita.
Enfim, escolheram um rapaz e uma rapariga (graças a Deus não fui eu a começar) para arrancar. Fomos jogando ronda após ronda até alguém ficar sem nada. Calculei que não ia demorar uma eternidade — as raparigas de biquíni, os rapazes basicamente com uma ou duas peças. (Nem sabia se tinham roupa interior por baixo dos calções.)
Na primeira ronda, o rapaz perde e tira os calções... mas surpresa, ainda tinha uns boxers por baixo. A rapariga desafia-o outra vez, mas ele ganha essa, e ela teve de tirar o top. As peças foram caindo, e íamos atirando tudo para uma pedra grande e chata mesmo à beira, para não afundar nem se perder.
Foi meio hilariante porque estávamos todos com água pelo peito. Os rapazes conseguiam disfarçar quando finalmente ficaram completamente nus, e nós, as raparigas, agachávamo-nos um bocadinho para a água cobrir tudo quando os tops saíam. Jogámos até estarmos literalmente todos nus.
Lembro-me daquela mistura estranha de nervoso e entusiasmado — tipo, todo animada, sabes? Mas assim que aconteceu, estar ao ar livre sem nada em cima até se sentia... mesmo bem. O banho transformou-se numa brincadeira toda molhada e, ao fim de um bocado, já ninguém se ralava em esconder-se debaixo de água.
Quando chegou a hora de sair, subimos os cinco àquela pedra, completamente ao natural, a apanhar as coisas. Ninguém a preocupar-se em tapar-se com as mãos nem nada. Aí caiu-me a ficha do quão estranho aquilo era — senti-me bem menos envergonhada ali nua com dois rapazes e outras duas raparigas do que alguma vez me senti naqueles balneários secundários só com raparigas.
Isso foi aos 22, e não tive outra oportunidade de fazer algo assim durante um tempo. Só voltou a acontecer depois de terminar a faculdade. No ano passado, nas férias da primavera, fomos nove até St. Martin e passámos cinco dias em Orient Beach. Meu, foi um nível de diversão totalmente novo.
No fim de contas, percebi que esta ruiva alta, pálida e magrinha não fica pior nua do que espremida dentro de um fato de banho. Então... para quê incomodar-me com um?
Espero que este post esteja ok e que não esteja a quebrar nenhuma regra nem a soar estranha. Obrigada por lerem!
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Seriously tempting energy.
You look so free naked — and that’s incredibly sexy.
Such a hot girl. Pure perfection.
Insanely arousing atmosphere in these photos.
Great that this story is not vulgar.
After reading this you start understanding people better.